O Brasil vive dias surreais. O Presidente fala todo dia um festival de impropriedades, gafes, frases bisonhas, erros de português, mentiras deslavadas, assume na maior cara-de-pau coisas que mostram um elevado grau de incompetência. O tal de Renan Calheiros patrocina (em nome da vaidade de coronel do interior, o que ele é) o maior descalabro que eu já vi no Senado, jogando na lama a instituição, porque sabe que se quiser ele manda e nada acontece. Na cara de todo mundo. Polícia, imprensa, povo. Não quer nem saber. Os 40 ladrões do mensalão alegam total inocência. Foram denunciados pelos próprios comparsas de roubalhera! Culpada mesmo é a acusação que inventou todas aquelas ações do bando de gatunos e meliantes. Tadinhos, eles só estavam passando por ali e pimba! Se viram envolvidos no maior caso de corrupção ativa, passiva e de ladinho que já descobrimos, porque haver, já deve ter havido até mais polpudas brincadeiras do gênero sem terem sido pegas.
Quer dizer, não fazem porra nenhuma, ficam lá bolando mil maneiras de desviar dinheiro público, roubam desbragadamente e são julgados por eles mesmos numa relação mais que incestousa. Nossas leis são um queijo-suíço destinado a favorecer esses merdas. É como se fosse outro país dentro do país. Um câncer. Esses caras são um câncer. Nosso congresso é um câncer. O molusco abissal é um câncer. Nós tamos é ferrados, mas pelo menos ainda temos veículos de comunicação dispostos a dar outra versão além da sufocante, oficial. Franklin Martins seu merda! A desesperança é que a ganância dessa corja não conhece limites. Se consiguessem roubar e sumir para curtir a vida, mas não! Estão sempre lá, escravos do poder e da vaidade. Não há limites para a roubalheira e escândalos que já vemos como mais que normal. Esses próximos anos serão foda.
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