Olhaí o teu legado.
Essa era a cidade mais linda do mundo e não é mais.
E a outra lá no planalto central virou uma disneylândia de corrupto.
E um lixo arquitetônico.
Obrigado, André.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Eu Odeio o Horário de Verão
Este negócio odiento e inútil começou de novo. Para perturbar minhas noites de sono, da minha filha e consequentemente bagunçando todo o resto do dia, desrespeitando o metabolismo do indivíduo, ainda mais para quem tem que acordar de madrugada para ir trabalhar ou estudar.
Ah, mas aí dá para ir à praia, dirão os mais mentecaptos. Em Curitiba? Em Ribeirão Preto? E quem tem emprego nos dias de hoje e não é funcionário público, chega a que horas em casa? Antes das 20:00h? Aqui não é a Noruega, onde tal medida pode fazer alguma diferença.
Como já se chegou à conclusão que a economia proporcionada por este ato abjeto e impositivo - ninguém me perguntou se quero esta joça - é insignificante, servindo apenas para diminuir o horário de pico, estamos mais uma vez confrontados com a incapacidade dos nossos governos em gerir o sistema energético nacional, empurrando assim a funesta "solução" para cima de quem dorme mal, é idoso, trabalha cedo e por aí vai.
Bando de vagabundos, burrocratas e tecnocratas, que ficam do alto de seus escritórios decrépitos, fazendo "cálculos" em suas planilhas de excel. Por que não arrumam uma solução para a questão da energia? Já estou até ouvindo suas respostas: "Mas aí vai dar muito trabalho, né?" Queria ver um plebiscito sobre isso, já que afeta a vida de todos.
Para variar, é o governo CONTRA o povo.
Ah, mas aí dá para ir à praia, dirão os mais mentecaptos. Em Curitiba? Em Ribeirão Preto? E quem tem emprego nos dias de hoje e não é funcionário público, chega a que horas em casa? Antes das 20:00h? Aqui não é a Noruega, onde tal medida pode fazer alguma diferença.
Como já se chegou à conclusão que a economia proporcionada por este ato abjeto e impositivo - ninguém me perguntou se quero esta joça - é insignificante, servindo apenas para diminuir o horário de pico, estamos mais uma vez confrontados com a incapacidade dos nossos governos em gerir o sistema energético nacional, empurrando assim a funesta "solução" para cima de quem dorme mal, é idoso, trabalha cedo e por aí vai.
Bando de vagabundos, burrocratas e tecnocratas, que ficam do alto de seus escritórios decrépitos, fazendo "cálculos" em suas planilhas de excel. Por que não arrumam uma solução para a questão da energia? Já estou até ouvindo suas respostas: "Mas aí vai dar muito trabalho, né?" Queria ver um plebiscito sobre isso, já que afeta a vida de todos.
Para variar, é o governo CONTRA o povo.
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Plane Loco
Travis Pastrana gosta de aventuras radicais. Mesmo. Sua última foi pular de um avião sem pára-quedas.
Mais detalhes, clique aqui.
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Estacionamento Para Motos
Com a colaboração do amigo Flavinho.
Gostaria de sugerir à Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro que criasse na cidade, assim como já existem para os carros, "vagas certas" destinadas exclusivamente às motos e motonetas.
Esta medida visaria liberar as calçadas destes veículos que, sem outra área para estacionamento, acabam sendo deixadas por seus donos sobre as calçadas, obstruindo ainda mais as mesmas e atrapalhando a circulação dos transeuntes.
Esta prática ocorre com freqüência em todo o Rio, principalmente em frente a estabelecimentos comerciais (restaurantes e farmácias) que tenham sistema de entrega de "motoboys". Estes, invariavelmente, estacionam suas motos sobre as calçadas.
Em recente viagem que fez a cidade de Milão/ITA, o Flávio teve a oportunidade de observar a forma como aquela cidade trata a questão acima descrita. Resolveu então fazer algumas fotos que ilustram o bom exemplo de organização lá implantado e que gostaria de aqui levar à aplicação.
Nada mais é do que a reserva de 2 ou mais vagas ininterruptas (anteriormente destinada a carros) que seriam única e exclusivamente reservadas às motos. Estas podem ser estacionadas em sentido paralelo ou transversal às vias em que se encontram, de acordo com a largura das mesmas.
Trata-se de uma medida inteligente e que muito pode ajudar na melhoria da nossa organização urbana, em especial das calçadas, que desta maneira ficam liberadas para uma melhor circulação da população.
Gostaria de sugerir à Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro que criasse na cidade, assim como já existem para os carros, "vagas certas" destinadas exclusivamente às motos e motonetas.
Esta medida visaria liberar as calçadas destes veículos que, sem outra área para estacionamento, acabam sendo deixadas por seus donos sobre as calçadas, obstruindo ainda mais as mesmas e atrapalhando a circulação dos transeuntes.
Esta prática ocorre com freqüência em todo o Rio, principalmente em frente a estabelecimentos comerciais (restaurantes e farmácias) que tenham sistema de entrega de "motoboys". Estes, invariavelmente, estacionam suas motos sobre as calçadas.
Em recente viagem que fez a cidade de Milão/ITA, o Flávio teve a oportunidade de observar a forma como aquela cidade trata a questão acima descrita. Resolveu então fazer algumas fotos que ilustram o bom exemplo de organização lá implantado e que gostaria de aqui levar à aplicação.
Nada mais é do que a reserva de 2 ou mais vagas ininterruptas (anteriormente destinada a carros) que seriam única e exclusivamente reservadas às motos. Estas podem ser estacionadas em sentido paralelo ou transversal às vias em que se encontram, de acordo com a largura das mesmas.
Trata-se de uma medida inteligente e que muito pode ajudar na melhoria da nossa organização urbana, em especial das calçadas, que desta maneira ficam liberadas para uma melhor circulação da população.
domingo, 14 de outubro de 2007
Orgulho de Ser Tricolor
Meus amigos, ontem foi mais um show da torcida tricolor. No "Jogo das Bandeiras", 41.000 aficcionados deram um show para o Brasil inteiro ver. Uma torcida valente, guerreira, que cantou mais uma vez durante os 90 minutos, já preparando as batalhas da Libertadores que aqui acontecerão. Uma festa incrível e linda. Obrigado, torcida do Fluminense! Ontem levei minha filha de 3 anos pela primeira vez. Ficou encantada com a festa e espero que agora as três cores estejam indelevelmente tatuadas na sua mente. Nenhum problema nas arquibancadas, famílias inteiras chegando ao jogo, paz total. Saí do jogo de metrô, que embora lotado, não representou nenhum problema para um pai com sua filha pequena. A festa só não foi maior por causa de um pênalti.
Ao jogo: como disse o Renato, o Fluminense no 1º tempo massacrou o SP, que é um time pequeno com a melhor estrutura do Brasil. Se o Arouca estivesse em um dia bom, o SP sairia com uma sonora goleada. Mesmo com a reação dos bambis no decorrer do jogo, mais uma vez esbarramos em nossas próprias limitações e não soubemos vencer. Valeu a festa, valeu a dedicação do time. Para finalizar: O Murici está no ponto para dirigir o Americano ou o Olaria. Seu time joga feio, atrás e pratica o antijogo sob os aplausos da grande mídia. É o Once Caldas brasileiro. TIMINHO! TIMINHO!
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Liberou Geral e Você Se Ferrou
O STF manda mais uma no lorto da patuléia. Pra quem achou que eles eram "bonzinhos".
Agora nem a PF pode indiciar uma autoridade.
Fecha esta merda e implode, pois igualdade perante a lei é ficção.
Somos todos iguais perante a lei. Alguém ainda acredita? Está na constituição (com letra minúscula).
Estamos na mão de gatunos-marginais-bandidos-gangsters. O Brasil é um antro horroroso onde qualquer um minimamente decente ou morre de nojo ou vai embora. Quando os militares saírem de suas tocas, para fazer cumprir a constituição a que dizem proteger, essa putada que se instalou em Brasília não vai (nem nós) poder reclamar.
Estou morrendo de asco.
Agora nem a PF pode indiciar uma autoridade.
Fecha esta merda e implode, pois igualdade perante a lei é ficção.
Somos todos iguais perante a lei. Alguém ainda acredita? Está na constituição (com letra minúscula).
Estamos na mão de gatunos-marginais-bandidos-gangsters. O Brasil é um antro horroroso onde qualquer um minimamente decente ou morre de nojo ou vai embora. Quando os militares saírem de suas tocas, para fazer cumprir a constituição a que dizem proteger, essa putada que se instalou em Brasília não vai (nem nós) poder reclamar.
Estou morrendo de asco.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
Nesse Mato Tem Coelho
OPA! A Ideli e o Mercadante estão dando chiliquitos para obrigar o Renan a se licenciar? AÍ TEM!
Fluminense Atropelou
Quarta-Feira. Fluminense sem pegada empata com o Corinthians, habitante da zona maldita.
Quinta-Feira. Flamengo épico, acha um gol e derrota o virtual campeão do certame. Delírio na imprensa marrom-rubro-negra. Já se achavam na Libertadores. De imediato, pensei: Esse Fla x Flu é nosso. Não me perguntem nem como nem porque.
Domingo, Maracanã. A Massa rubro-negra comparece em peso, tomam todo o seu espaço e mais um pouco. Veio torcer cegamente, para ver as suas duas cores entrarem em campo, sem atentar para aqueles que vestiam essas cores. Do outro lado, 11 guerreiros e a Legião Tricolor, dispostos a dar tudo para vencer o rival. Na categoria e na raça. Na disposição da torcida, que gritou durante os 90 minutos, contrastando com a massa inerte, acovardada, intimidada, calada, sufocada pela bravura tricolor. Nem vou falar do timeco que o Flamengo arrumou pra botar em campo, um bando.
No Flu, a torcida não tem medo de nenhuma outra, especialmente essa, que só tem tamanho. Quantidade e qualidade raramente andam juntas e esse definitvamente não é o caso. Fatura liquidada com 1 minuto de jogo, o resto apenas a espera do inevitável. Luiz Alberto, o xerife comandando o time de trás, Thiago Joga Pra Caralho Silva ganhou todas, Thiago Neves apareceu na hora certa e o Somália, quem diria, escreveu seu nome na história do clássico com uma canelada. Salve!
Este ano já foi. O Fla, como bom freguês, não deu trabalho.
E à melhor torcida do Brasil, só restou comemorar.
Quinta-Feira. Flamengo épico, acha um gol e derrota o virtual campeão do certame. Delírio na imprensa marrom-rubro-negra. Já se achavam na Libertadores. De imediato, pensei: Esse Fla x Flu é nosso. Não me perguntem nem como nem porque.
Domingo, Maracanã. A Massa rubro-negra comparece em peso, tomam todo o seu espaço e mais um pouco. Veio torcer cegamente, para ver as suas duas cores entrarem em campo, sem atentar para aqueles que vestiam essas cores. Do outro lado, 11 guerreiros e a Legião Tricolor, dispostos a dar tudo para vencer o rival. Na categoria e na raça. Na disposição da torcida, que gritou durante os 90 minutos, contrastando com a massa inerte, acovardada, intimidada, calada, sufocada pela bravura tricolor. Nem vou falar do timeco que o Flamengo arrumou pra botar em campo, um bando.
No Flu, a torcida não tem medo de nenhuma outra, especialmente essa, que só tem tamanho. Quantidade e qualidade raramente andam juntas e esse definitvamente não é o caso. Fatura liquidada com 1 minuto de jogo, o resto apenas a espera do inevitável. Luiz Alberto, o xerife comandando o time de trás, Thiago Joga Pra Caralho Silva ganhou todas, Thiago Neves apareceu na hora certa e o Somália, quem diria, escreveu seu nome na história do clássico com uma canelada. Salve!
Este ano já foi. O Fla, como bom freguês, não deu trabalho.
E à melhor torcida do Brasil, só restou comemorar.
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