Quarta-Feira. Fluminense sem pegada empata com o Corinthians, habitante da zona maldita.
Quinta-Feira. Flamengo épico, acha um gol e derrota o virtual campeão do certame. Delírio na imprensa marrom-rubro-negra. Já se achavam na Libertadores. De imediato, pensei: Esse Fla x Flu é nosso. Não me perguntem nem como nem porque.
Domingo, Maracanã. A Massa rubro-negra comparece em peso, tomam todo o seu espaço e mais um pouco. Veio torcer cegamente, para ver as suas duas cores entrarem em campo, sem atentar para aqueles que vestiam essas cores. Do outro lado, 11 guerreiros e a Legião Tricolor, dispostos a dar tudo para vencer o rival. Na categoria e na raça. Na disposição da torcida, que gritou durante os 90 minutos, contrastando com a massa inerte, acovardada, intimidada, calada, sufocada pela bravura tricolor. Nem vou falar do timeco que o Flamengo arrumou pra botar em campo, um bando.
No Flu, a torcida não tem medo de nenhuma outra, especialmente essa, que só tem tamanho. Quantidade e qualidade raramente andam juntas e esse definitvamente não é o caso. Fatura liquidada com 1 minuto de jogo, o resto apenas a espera do inevitável. Luiz Alberto, o xerife comandando o time de trás, Thiago Joga Pra Caralho Silva ganhou todas, Thiago Neves apareceu na hora certa e o Somália, quem diria, escreveu seu nome na história do clássico com uma canelada. Salve!
Este ano já foi. O Fla, como bom freguês, não deu trabalho.
E à melhor torcida do Brasil, só restou comemorar.
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Um comentário:
AHAHAHAHAHAAHHAHAHAHAHAH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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